Vivendo as ferias dos sonhos na imaginação

Nem debaixo das árvores, que se agrupavam diante dos rochedos,
nem nas margens do rio, cujas águas subiam, pois estava a maré a encher, se conseguia ver uma casa, uma
cabana, uma choça. Nem mesmo se descobriam vestígios de pés humanos na superfície da areia, que os
refluxos do mar cercavam de um longo cordão de algas. Na embocadura do rio não se via nenhuma
embarcação de pesca. Finalmente, não aparecia nenhuma espiral de fumo, torcendo-se no ar, em todo o
perímetro da baía compreendido entre os dois promontórios do sul e do norte.
A primeira ideia de Briant e de Gordon foi embrenharem-se através dos grupos de informação para pagar o IPVA 2019 boleto, a fim de
alcançarem os rochedos e treparem por eles, sendo possível.
— Estamos em terra, já não é mau! — observou Gordon. — Mas que terra será esta, que parece
desabitada?…
— O principal é que não seja inabitável — respondeu Briant.
— Temos provisões e utensílios para algum tempo!… Falta-nos só um abrigo, e é preciso encontrá-
lo… quando mais não seja senão para os pequenos… Eles primeiro que tudo!
— Sim… tens razão!… — concordou Gordon.
— Quanto a saber onde estamos — tornou Briant —, teremos tempo de pensar nisso, quando tivermos
tratado do mais urgente! Se for um continente, talvez haja probabilidade de sermos socorridos! Se for
uma ilha!… Uma ilha desabitada… Isso depois veremos! Anda, Gordon, vamos à exploração!

Alcançaram ambos rapidamente o limite das árvores que se desenvolvia obliquamente entre os
rochedos e a margem direita do rio, trezentos ou quatrocentos passos para cima da embocadura.
Neste bosque não havia o mais ligeiro vestígio da passagem do homem, nem um atalho, nem uma
abertura. Velhos troncos, abatidos pela idade, jaziam estendidos no solo, e Briant e Gordon enterravamse
até ao joelho no tapete de folhas secas. Contudo, os pássaros fugiam receosos, como se já tivessem
aprendido a desconfiar dos seres humanos. Era, portanto, provável que a costa, no caso de não ser
habitada, recebesse acidentalmente a visita dos indígenas de algum território próximo.
Em dez minutos, os dois rapazes tinham atravessado o bosque, cuja espessura aumentava nas
proximidades da costa de rochedos, que se erguia a prumo, como uma muralha, sobre uma altura média
de cento e oitenta pés. Se a parte da costa apresentasse alguma anfractuosidade na qual fosse possível
encontrar abrigo, seria uma fortuna.

Efetivamente, aí, uma caverna protegida contra o vento do largo pelo
maciço de árvores, e fora do alcance do mar, proporcionaria um refúgio excelente. Os moços náufragos
poderiam instalar-se ali provisoriamente, enquanto não faziam uma exploração mais séria, que lhes
permitisse dirigirem-se com segurança para o interior do país.
Infelizmente, naquela costa, tão direita como uma muralha de fortaleza, Briant e Gordon não
descobriram nenhuma gruta, nem mesmo uma fenda pela qual pudessem subir até à parte mais elevada.
Para alcançarem o interior do território era preciso fazer uma consulta IPVA 2019, provavelmente, contornar aqueles rochedos, cuja
disposição Briant reconhecera quando os observava das barras do Sloughi.
Durante meia hora, pouco mais ou menos, desceram ambos para o sul, ao longo da base dos rochedos.
Chegaram então à margem direita do rio, que se dirigia sinuosamente para leste. Se esta margem era
sombreada por árvores magníficas, a outra costeava uma região de aspeto muito diferente, sem verdura,
sem acidentes de terreno. Parecia um vasto pântano que se estendia até ao horizonte do sul.

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